Com rojões e fanfarra, um paranaense, e não um mineiro (chora, Aécio...) inaugura o meu blog...
Osmar Dias com os petralhas
Candidatando-se ao governo do Paraná - sob o rolo compressor do Planalto -, Osmar Dias deixa o irmão, Álvaro, ao relento: parece que sua candidatura à vice-presidência já não faz sentido. Boa chance de o PSDB resolver o imbroglio com o DEM. Meno male.
A candidatura do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) como vice na chapa do presidenciável tucano José Serra corria o risco nesta terça-feira, 29, à noite de não se concretizar. O motivo para o recuo do PSDB era a decisão do senador Osmar Dias (PDT-PR), irmão de Álvaro, de se candidatar ao governo do Paraná, numa aliança com o PMDB e o PT do Estado. A candidatura de Osmar pegou de surpresa a cúpula tucana, que nesta terça à noite se dizia estarrecida com a notícia.
A indicação de Álvaro como vice-presidente de Serra foi negociada com Osmar que, em troca, havia concordado com a retirada de sua candidatura ao governo do Paraná. A ideia era que Osmar disputasse a reeleição para o Senado. A avaliação dos tucanos é que com a candidatura de Osmar ao governo do Paraná não há sentido na permanência de Álvaro na chapa de Serra. Afinal, Osmar vai disputar o governo paranaense com o tucano Beto Richa, além de dar palanque para a presidenciável petista Dilma Rousseff.
Osmar Dias teria mudado de ideia e resolvido concorrer ao governo depois de uma visita na terça ao Paraná do ministro e presidente do PDT, Carlos Lupi. No encontro teria ficado acertado ainda a aliança com o PMDB do atual governador Orlando Pessuti. Pelo acordo caberá a Pessuti indicar o vice na chapa de Osmar. Álvaro Dias garantiu a interlocutores que o irmão não o comunicou oficialmente da decisão de disputar o governo do Paraná.
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